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Qualificação Profissional dos Empregados em Escritórios de Contabilidade, Auditoria e Perícias Contábeis no Estado de Minas Gerais.

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Com foco na excelência da prestação de serviços pelos Escritórios de Contabilidade, Auditoria e Perícias Contábeis de Minas Gerais, o Sinescontábil/MG e o Sintappi/MG acordaram em convenção coletiva a promoção da qualificação profissional, estabelecendo uma parceria entre empregadores e empregados com a alteração da cláusula 23° da CCT, cujos principais objetivos são:

  • Qualificação profissional deve ser encarada como um investimento;
  • Aumento da Produtividade;
  • Maior empregabilidade;
  • Atualização perante as mudanças na legislação e operacionalidade;
  • Diminuição de custos com verbas rescisórias e admissionais, consequência da diminuição da rotatividade de funcionários;
  • Motivação profissional e crescimento.

Esses são, entre diversos outros, os benefícios do acordo estabelecido entre os empregadores e empregados que buscam atender a demanda exigente do mercado, uma vez que esse sempre busca profissionais capacitados e qualificados, independentemente de área de atuação. Além disso, as empresas têm buscado pessoas alinhadas às novas tendências dos mercados e dispostas a se manterem sempre atualizadas e preparadas para oferecer maior produtividade e visão estratégica dos negócios. Por isso, um diferencial pode estar na determinação do profissional em agregar cada vez mais qualificações e experiências ao seu currículo.

Para conquistar maior destaque e oportunidades na carreira, é importante o profissional enxergar a qualificação constante como um investimento, uma vez que traz maior qualificação profissional, aperfeiçoamento e expansão de conhecimentos.

Em 2015, em uma pesquisa realizada pelo Fórum econômico mundial, o Brasil ficou em 78º lugar na qualificação de mão de obra dentre os 124 países pesquisados e em 15º da América Latina. Os fatores analisados foram educação, distribuição da mão de obra, mercado de trabalho, percepção de negócios e treinamento das empresas, entre outros.

Por outro lado, dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que, em 2014, mais de 40 milhões de brasileiros demonstravam interesse por cursos de qualificação profissional. Entretanto, apesar do interesse, no período pouco mais de 3 milhões de pessoas frequentavam algum curso, enquanto quase 25 milhões confirmaram ter feito alguma profissionalização anteriormente.

Tais pesquisas e dados mostram que o profissional brasileiro apesar de ser pouco qualificado demonstra interesse em se qualificar.

Nesse sentido de dificuldade enfrentado pelos profissionais, as empresas podem suprir parte dessa carência de qualificação investindo profissionalmente em seus colaboradores. Os valores a serem gastos devem também ser entendidos pela empresa como um investimento, uma vez que trazem diversos benefícios à mesma. Dentre os principais, podemos citar a redução de custos, aumento de produtividade, diminuição da rotatividade retendo mais os talentos (o que gera redução nos custos de contratação e demissão), melhoria do ambiente de trabalho, motivação maior do colaborador, dentre diversos outros que poderão ser gerados. Esses benefícios são efetivos e tendem a refletir positivamente inclusive na lucratividade da empresa.

Veja aqui o Termo Aditivo.

Glenda Costa Cecílio Alonso Especialista de Departamento Pessoal